terça-feira, 23 de setembro de 2008

1 mês!

Nossa como o tempo passa.

Hoje completamos 1 mês de casados, parece que foi ontem! Que saudades que tenho do grande dia.

Ontem meu amor, fizemos 5 anos e 10 meses juntos.... quanto tempo... mas parece muito mais. Já vivemos tantas coisas juntos... tantas... mas tantas... que você sempre me lembra de alguma, que para variar, eu esqueci... oh memória curta essa né?
Mas de uma coisa eu me lembro: o amor que sentia por você naquele começo e até ontem, era muito menor do que eu sinto hoje!

Vamos sair para comemorar, afinal não é todo dia que se faz 1 mês de casados!






segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Olha o que eu consegui para vocês:
Espero que gostem.
Bjos e estou trabalhando nos posts da lua de mel, o do dia 28 de Agosto postei agora, está logo abaixo! Em breve o terceiro capítulo vem ao ar.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Lua de Mel - 28 de Agosto de 2008

JERUSALÉM - 2º dia


Acordamos cedo e fomos tomar café. O corpo depois de uma tarde de sono no dia anterior parecia estar se acostumando com o fuso horário de +6 horas.

O café da manhã, como disse no post do dia 27, merece um capítulo a parte. É bizarro o pessoal comendo, principalmente os judeus. O pessoal além de tomar café da manhã, fazem marmitinha, ou seja, levam potes de plástico e enchem de pão, sucrilhos, etc, e garrafas dágua que enchem de suco! Verdadeira farofa!

Mais engraçado do que isso é o menu um pouco extravagante a meu ver: SALADA! Sim, eles comem salada no café da manhã! Tomate, milho, alface, peixe cru, broto de feijão, etc.... Quer conferir? Olha aí!



Depois de tomarmos café pegamos um taxi para o Museu Yad Vashem (museu do Holocausto).

Bom, eu não fazia muita questão de ir, mas nem disse isso ao Rafa, vamos sim, estou aqui para conhecer tudo que puder! E digo que não fazia questão de ir pelo seguinte motivo: já conheço o museu do holocausto de Londres e de Berlin. Tá bom né? Aliás fico impressionada com a quantidade de coisas que sobrou destes campos de concentração para criarem tantos museus imensos. Além disso, estivemos em Dachau, na Alemanha, um dos piores campos de concentração depois de Auschwitz e Treblinka. Então eu já tinha uma idéia bem detalhado do que foi essa barbárie. Mas tudo bem, estou alí e não custa nada conhecer o mais importante dos museus do Holocausto.

Foi um pouco chato para mim por dois motivos:

- é um ambiente carregado, e além disso eu detesto museu. Você caminha devagar durante em média 1 hora e meia e nem percebe, mas quando sai do museu está acabado. Poxa, eu estava em minha lua de mel e vou ficar assistindo pela quarta vez uma história que todo o mundo quer esquecer? O problema dos judeus, e do meu marido sendo um deles, é que eles jamais querem que o mundo esqueça o que aconteceu, eles querem que isso seja vivido e relembrado para sempre, para que nunca mais se repita esta atrocidade. Em parte acho que estão certo, pois a nova geração já não conhece muito esta história e nem quer se aprofundar no assunto. Hoje já existem correntes no mundo que negam a existência do Holocausto. Tem louco para tudo né?

- mas eu não estava muito bem alí não só pelo ambiente carregado, mas também por um motivo de força maior. Sem gozação, vocês não vão acreditar mas eu tive um piriri assim que pisei em Israel e que durou 3 dias! Conheci todos os banheiros públicos de Jerusalém, conheci a cidade velha com um rolo de papel higiênico embaixo do braço (hahahah, vocês acham que esses banheiros teriam papel?). Então eu estava com muitas cólicas, sentia vontade de ir ao banheiro a cada 30 minutos, imaginem como eu estava neste museu?

Anyway, o lugar é lindo, tem uma vista maravilhosa de Jerusalém, e acreditem ou não fora do museu é uma paz divina! Tem um jardim onde eles plantaram uma árvore para cada pessoa que ajudou os judeus nesta época, como Schindler.



Vista do Yad Vashem





Saímos dalí, pegamos outro taxi e fomos para a cidade velha. Como já era hora do almoço, o sol já estava de doer, resolvemos almoçar e esperar aquele sol a pino abaixar um pouco. Fomos almoçar no mesmo restaurante em que jantamos no dia anterior, já que tínhamos gostado tanto. Lá eu tinha visto o pessoal tomando um drink do Hulk (todo verde), e perguntei ao garçom o que era, ele me explicou que era limonada com hortelã. Não hesitamos e pedimos duas! Uma delícia, muito refrescante. Gostei tanto que desde que voltei quando vou a qualquer restaurante sempre peço isso agora, muito bom (mas tem que ter bastante hortelã!!!Rs).







Saindo do restaurante eu já estava de saco cheio de procurar um banheiro a cada 5 minutos, resolvi colocar a máscara da coragem e fui na farmácia explicar para o israelense sobre o meu problema e pedir socorro! Quando ele entendeu me disse assim:"Stop it?" e eu respondi, "sim, é isso mesmo, algo para parar o piriri (em inglês)". Na verdade ele estava falando do nome do remédio. Quando ele me deu, eu e Rafa caímos na risada, não aguentamos, paramos no meio da farmácia para tirar foto!



Depois de tomar o remédio, que só fez efeito no final do dia, fomos em direção à entrada da Cidade Velha. Lá um primeiro guia nos abordou. Não fomos muito com a cara dele, e árabe é tudo malandro (sim, coisas turísticas somente os árabes fazem), e resolvemos seguir em frente. Era coisa de Deus, porque demos 2 passos e veio o Ibrahim, que viria a ser nosso guia por todo o dia e um amigo também. Para nos sentirmos seguros, ele ofereceu irmos na loja da família dele. A loja era de um sobrinho dele, vendia jóias e tapetes e num canto alguns poucos souvenirs. O cara está milionário, me disse que até Raí (o jogador de futebol), foi comprar tapete com ele! Nos levaram para a salinha vip, fechada no fundo, onde ficam os tapetes interessantes, onde o mais barato custava 10 mil dólares. Claro que ficamos com medo no começo, mas fomos entendendo que aquilo era um gesto cordial, de um povo amigável e receptivo.

Nós na entrada da Cidade Velha, antes de sermos abordados pelo guia



O guia e a loja

Eles ficaram sabendo que era nossa lua-de-mel e ficaram felizes, e nos convidaram para tomar uns drinks depois do tour.... E fomos em direção ao tour.

Aconselho muito ter um guia na Cidade Velha, pois tem coisas que passam desapercebidas. A cidade foi reconstruída 7 vezes, então se você não tem um guia para te mostrar por exemplo, do lado do seu pé, o topo de uma coluna, te mostrando que existiu uma cidade muito mais embaixo daquilo que você está pisando, você perde muita história.

Andar pelas ruelas de Jerusalém (Cidade Velha) é incrível, você pensa quanta história, quantos personagens da história passaram por alí. Fizemos os três quarteirões (judeu, armênio e cristão), e cada passo que dava era uma história bíblica sendo recordada na minha mente. É muito legal, uma emoção incrível. Passeamos muito, um calor insuportável, fomos no Santo Sepulcro, nas estações da via crucis, no primeiro templo, etc... A cidade é pequena, mas um labirinto. Em cada canto, uma lojinha árabe, tudo muito sujo, destruído (uma pena). Já no quarteirão judaico tudo limpo, conservado, maravilhoso. E tudo isso tem explicação, e não é só dinheiro. Mas tem a ver com o Muro das Lamentações, que na verdade é a única parte de uma das paredes do antigo templo (o segundo templo) que está exposta. E tem um significado muito especial este muro/templo, este significado é que torna Jerusalém uma briga eterna entre árabes e judeus, não só pelo território, mas o que isso significa. A explicação vem abaixo, mas por causa dela a cidade velha se tornou um lugar sagrado, e apesar da falta de infraestrutura, morar lá custa uma fortuna!

Vamos lá. A história é interessante.

Nas fotos de Jerusalém sempre se vê o Muro das Lamentações e o Domo da Rocha (a mesquita com a cúpula de ouro). A história é a seguinte: os judeus acreditam que bem abaixo do Domo da Rocha encontra-se a pedra da criação (Foundation Stone). Foi nesta pedra que o mundo foi criado, sendo a primeira parte da Terra a existir. Deus só criou o mundo quando pegou esta pedra e jogou onde ela foi fixada, e dela o mundo se expandiu. Ela é o ponto central do universo e neste ponto esteve o Holy of Holies ("O mais sagrado dos sagrados"). Foi aqui que Deus juntou a terra que criou Adão. Foi nesta pedra que Adão - e posteriormente Cain, Abel e Noah - ofereceram sacrifícios para Deus. Foi nesta pedra que Abraão trouxe seu filho Isaac para cumprir a ordem de Deus de sacrificá-lo (o que não viria a acontecer, Deus só testava a fé e obediência de Abraão). Esta montanha é conhecida como Monte Moriah em Gênesis 22.

Por fim, o lugar é especial, e o rei Herodes, querendo construir o segundo templo (já que o primeiro havia sido destruído em alguma das muitas invasões a Jerusalém), decidiu construí-lo com esta pedra ao centro. Uma das paredes deste templo está inteira de pé, e era a parede mais próxima desta pedra, e somente uma pequenininha parte desta parede está exposta, que é o Muro das Lamentações. Por isso é tão sagrado para os judeus, por isso eles vão lá e ficam se curvando, afinal o que há de mais sagrado no mundo está atrás daquela parede.

Aí, em 691 depois de Cristo, os árabes invadem Jerusalém. Antes de serem muçulmanos, eram judeus ou ateus... os muçulmanos acreditam em Adão, Abraão, Isaac, Jacó, Jesus, etc... a história é a mesma, só que em um momento eles tiveram seu messias (Maomé) e criaram uma nova religião. Masssssss, como antes disso a história é a mesma, eles também acham que o mais sagrado de tudo é esta pedra. E quando conquistaram Jerusalém, qual seria o melhor lugar para construir uma mesquita? Claro, em cima da pedra da criação. Então hoje o Domo da Rocha está exatamente em cima desta pedra. Entendeu agora porque todo mundo quer Jerusalém??? Fácil resolver isso né?

Mas o mais engraçado é que judeu é teimoso, e já que eles não podem acessar a pedra por cima (fica no quarteirão árabe, onde eles não entram), o que eles fizeram? Cavaram por debaixo da cidade e foram seguindo a continuação do muro das lamentações (o Western Wall - Portão Oeste do antigo templo), até que chegaram no portão que fica em frente à pedra da criação (mas não chegaram até ela). Mas isso fica para o post do dia seguinte, pois fomos nestas escavações.

Algumas fotinhas da cidade velha:

Ruela de Jerusalém





Escavando encontraram estas colunas....





Veja na parede o topo de algumas colunas, imaginem quanta história não existe lá para baixo!





Igreja do Santo Sepulcro (onde acredita-se que Jesus foi enterrado)



Eu não acredito, um lugar horrível, um clima pesado, feio, escuro... totalmente diferente da paz que senti no Jardim do Gethsemani, onde Jesus pregava (também assunto para amanhã - ponto máximo da viagem).

Agora imagine você se vendo em frente a esta pedra? Ou melhor, sabendo que atrás daquele muro tem algo muito mais que sagrado? É de arrepiar!

Depois deste dia cansativo, estávamos acabados, tudo que queríamos era ir para o hotel, tomar um banho e tirar o suór, fubá, etc.... Mas ainda faltava a última etapa do tour, que era a vista de Jerusalém pelo telhado do primo do guia... hahahahaha..... mas valeu a pena! Uma vista maravilhosa, super fresquinho, ficamos batendo papo com Jerusalém ao fundo.... que coisa de louco.


Vista do Telhado





Após esta visita ao telhado, resolvemos que iríamos embora. Mas o árabe teve um treco, como assim, e os drinks que combinamos no começo do tour? Meu primo está nos esperando na loja com os drinks, que desfeita! Parecia coisa de novela, aquele árabe bravo.... fomos né, fazer o quê? Não dava para arriscar! E foi ótimo, batemos um papão, demos muitas risadas com aqueles árabes que não se conformavam que no Brasil você não tem que dar 2 kilos de ouro e pagar 10 mil dólares para casar com a moça.... e quase morreram do coração quando dissemos que vivíamos juntos há 3 anos.... haahha, os caras me olhavam com cara de vadia, de "que mundo ocidental é esse, está perdido!"... mas foi engraçado!!!! Me fizeram muitas cantadas (isso antes de descobrirem que não casei virgem!), pareço meio árabe, então fui cantada a viagem toda, ainda bem que Rafa não é ciumento, chegavam até a beijar minha mão, oferecer camelos por mim. E minha cotação estava boa, afinal o dono da loja ofereceu 2 mil camelos, sendo que o normal é 250... uma piada.

Óbvio que eles tentaram nos vender algo, e óvbio que conseguiram. Não existe povo melhor para fazer negócio do que árabe! Eles adoram negociar, e não perdem uma venda por nada! Mas o mais legal é que o dono da loja vendia jóias confeccionadas pelo designer da HStern (que lá é mais famosa que aqui), e percebeu que eu não compraria nada, então eu comecei a espremê-lo e ele me mostrou a lista de preço das jóias... Compra anéis por mil dólares e vende por três mil.... hahahah. Coitado dele, me abriu todos os preços (me mostrou a lista de preços!!!) e inclusive de um anel que eu amei, de pedra turquesa e diamantes, maravilhoso! Aí não teve jeito, ele me vendeu por preço de custo! Hahahha

Olha o anelzinho de 3 mil dólares (que custou 1 mil doláres para ele) que eu queria, mas fiquei com um mais baratinho!!!




Saindo de lá estávamos acabados, sem condições para nada! Fomos direto para o hotel e capotamos. E meu piriri chegava ao final, graças ao STOP IT!!!!
O dia seguinte nos proporcionaria momentos muito agradáveis, muito emocionantes. Assim que possível volto com o dia 29 de Agosto!

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Matéria no Jornal





Segue a matéria mencionada no post anterior!

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Casório

Oi, voltei.
Tô com a maior preguiça do mundo de escrever os relatos do casório e da lua de mel. Mas promessa é dívida, então vamos lá.

O CASAMENTO
Os dias que antecederam o casamento foram muito corridos. Para os que acompanham o blog, viram que na quinta-feira (casei no sábado), eu estava no Guarujá fazendo uma conferência. Voltei a noite para SP, cheguei em casa 11 da noite, e fui arrumar as malas da lua e mel e do casamento, e preparar as coisas (carregar o carro) para irmos para Ribeirão Preto (onde casei) no dia seguinte logo cedo.
Todos esses preparativos me deixaram ocupadas demais para sentir nervosismo.
Na sexta-feira acordamos cedo e pegamos 3 horas de estrada até RP. Chegando lá, almoçamos correndo na casa da minha mãe, deixei o Rafa no hotel (e daí não nos veríamos mais até o dia seguinte, na cerimônia) e fui para o cabelereiro fazer o teste do cabelo, já que ainda não tinha me decidido. Ah lembrei de uma coisa, pela manhã em SP, Rafa começa com um papo estranho: "O que você vai usar no pescoço?" E eu digo que nada, explico que meu vestido era um tomara que caia e nada combinaria alí, que a única coisa que eu usaria era uma estrela de Davi que eu amo (que minha sogra tem e eu sempre disse que se ele me desse uma eu usaria), e que já tinha dito isso a ele. E ele insiste: "Mas você não vai usar nada? Vai ficar feio!". Na verdade ele estava preparando o terreno para me dar a estrela igualzinha a que eu sempre pedi, para que eu usasse na cerimônia. Só que eu não sabia né? Como poderia advinhar? E fiquei tão nervosa, e soltei: "Não vou mais conversar com você até o casamento, onde já se viu um dia antes do casamento você me dizer um negócio desses, só para eu me sentir mal!". Ele ficou quieto, com cara de chateado, pediu desculpas e foi fazer outra coisa. Eu fui para a cozinha tomar café. E de repente ele entra com cara de bravo, com uma caixa de jóia na mão, coloca em cima da mesa e diz, bem bravo: " Eu só queria te agradar tá?". Nem preciso dizer que quando abri fiquei super chateada (e feliz), pedi mil desculpas e comecei a chorar, e pela primeira vez senti um nervosismo no coração.
Foto da estrelinha:


Voltando ao teste. Fui para o salão, briguei muito com a cabelereira, mas não fiz a minha vontade não, segundo ela era impossível o que eu queria com a cabeleira lisa que eu tinha! Anyway, gostei um pouco e minha irmã deu OK, então me senti segura. Fiz a mão e o pé e dalí fui ao shopping comprar um presente para o Rafa. Comprei uma camisa e uma bermuda, ele tava precisando muito. Liguei para ele e fui encontrar com ele no hotel. Entreguei, ele amou, percebi o quanto ele estava nervoso e mais do que isso estressado com a família dele que estava dando um trabalhão.

Fui para casa, tomei banho e fomos para a casa de uma tia que ofereceu um jantar para a família mais chegada. Foi ótimo, demos risadas e comi bem, coisa que não fazia há um bom tempo. Aliás casei com 5,5 kilos a menos.

Fui para casa e demaiei, não sem antes fazer minha irmã e minha mãe me vestirem para a última prova final, e ver se a correntinha com a estrela de Davi combinava com o vestido. Ficou lindo!

Até então estava tranquila.

Acordei no sábado por volta das 10 da manhã e a primeira coisa que fiz foi abrir a janela para ver o tempo. Como casaria a céu aberto, chover era inaceitável. Céu limpo, sol de doer, dia maravilhoso, calorzão mesmo! UFA, agora é só continuar assim.
Fui brincar com meus cachorros, fiquei na net, o tempo foi passando, almocei 12:30 e aí o estômago começou a apertar. Como assim? Já é agora? Mas faltava tanto tempo, meu Deus, e agora? Que medooooo.... E o interfone não parava de tocar, mil atrasados entregando presente, que absurdo.

Tomei banho e às 15 horas minha mãe me levou no salão. E começaram a aparecer nuvens no céu. Fiquei desesperada. Liguei para o Rafa. Em toda situação de tensão, medo, tristeza, felicidade, ansiedade, sempre liguei para ele, como não ligar agora? E ele olha pela janela, fica nervoso também, pede que eu não ligue mais porque estávamos tensos demais para falar um com o outro. Fico chateada.... deixa ele comigo! rssss

Começa a massagem. Deliciosa, mas não relaxo nem um pouco. Fico olhando pela janela, assoprando com pensamentos aquelas nuvens chatas. Fico pensando no salão, será que está tudo certo? Tinham outras duas noivas se arrumando. Tinha caipirinha e champagne a vontade. Eu sou super fraca para bebida, depois da massagem começo a beber. Chega minha mãe e minha irmã. Chega minhas duas melhores amigas e madrinhas. Vou acalmando. Bebo até e nada. O nervosismo é tanto que não senti nada. E o tempo vai passando.

Fotos no dia da noiva





E chega 7 horas. O casamento marcado para 7:30. Mando o tio do Rafa vir me buscar. Não quero atrasar. Começo a respirar fundo. O tio dele chega, e junto meu cerimonialista que manda eu esperar mais um pouco, pois os convidados não haviam chegado. Vou ficando grossa com todo mundo. Já estou pronta, quero ir para lá. Meu cerimonialista manda eu esperar e diz que vai ligar quando for o momento. Ele volta para a cerimônia e o tio do Rafa fica. Minha mãe e irmã vão com ele, as madrinhas ficam comigo. As outras noivas vão embora, já prontas, o salão vai esvaziando até que não tem mais ninguém, e eu esperando, xingando estes convidados sem noção que atrasam. Na verdade vim a saber somente no dia seguinte que a mesa de som havia queimado, não teria como tocar nenhuma música na cerimônia e atrasou porque eles estavam tentando consertar. Óbvio que ninguém iria me dizer uma coisa dessas senão eu piraria. Coitado do Rafa que presenciou tudo isso, ficou mais nervoso do que estava e ainda tinha que receber os convidados.

Mando um bilhete para ele via o fotógrafo.



E fico a esperar, nervosa, começo a suar, retoco a maquiagem. Não paro de beber, vamos abrir outra garrafa pelo amor de Deus. Não sei se dou risada ou se choro. Fotos, muitas fotos. O tio do Rafa ama fotos. Eu tô nervosaaaaaaa....



Quer saber, não vou ficar aqui esperando convidados, vamos embora para a festa e pronto. Por sorte, quando estou saindo, o cerimonialista liga para irmos para lá. No caminho, peço para o tio do Rafa colocar o ar no toco. O caminho é curto, nem 5 minutos, mas não chega nunca. "Poxa Marjan (tio do Rafa), vai mais depressa!!!". Ele rí.
Chegamos ao local. De longe vejo o gramado montado, a chupá (gazebo onde acontece a cerimônia) montada, uma iluminação linda, as pessoas sentadas, tudo perfeito. O carro para um pouco distante, as pessoas sabem que estou alí mas não conseguem me ver. O tio do Rafa passa o carro para um manobrista, pois ele era padrinho e tinha que se dirigir para a fila. Vai começar. O fotógrafo vem tirar fotos no carro. "Cadê seu buquê? SOCORROOOOOOOOO, cadê meu buquê gente???? 5 segundos depois (pareceu 10 minutos) vem o fotógrafo com o buquê de rosas vermelhas e me entrega. Lindo. tiro fotos.

Epa, escuto a música do começo da cerimônia. Meu Deus, as daminhas estão entrando. Agora a música dos padrinhos. Acompanho tudo de longe. Mando o manobrista passar um rádio para o cerimonialista porque os padrinhos pareciam entrar muito devagar, não vai dar tempo, a música vai acabar. E ele fica falando "calma, calma". Se ele me conhecesse saberia a controladora que sou, como não controlar meu próprio casamento? Não preciso de cerimonialista não!!!! Rssss....
Coração a mil. Entrou todo mundo. O carro anda e para no começo do tapete. Todos esperando eu sair do carro. Todos os olhos em mim. PARA TUDO. O mundo está me esperando. Meu Deus, chegou a hora. Será que ele vai me achar bonita, e meu cabelo? Será que vai dar tudo certo? Fico pensando nas pessoas que estarão alí. Ai que vergonha. Chega, vamos logo acabar com isso. Certo? Errado. Esses carros ultra modernos, cheio de botões. Ninguém conseguia abrir a porta do carro. Hahhahahaha, nervosismo geral. Chama o tio do Rafa!!! Ele vem, abre a porta, eu desço.
Ando no começo do tapete com meu pai, paro. Todos estão me vendo agora, arrumam meu vestido e meu véu. O caminho é curto. Escuto a minha música, coração a mil. Olho para o meu pai e digo: TE AMO! Vamos?

E começa a caminhada. Olho para frente e não vejo nada. O lugar é escuro, e na minha frente a câmera de filmagem com aquela luz forte não me deixa enxergar nada. Vejo somente meu avô de um lado, minha prima querida em seguida, não vejo mais ninguém. Não quero olhar para os lados, já não escuto mais a música, só quero chegar logo lá na frente. Vejo então o Rafa, percebo o quanto ele está nervoso, com a cara que ele faz quando está nervoso e com vontade de chorar. Chegamos. Digo para meu pai: "Agora comprimenta o Rafa e depois se despede de mim (claro que iria continuar controlando tudo!!). Ele faz isso. Sinto pela voz do Rafa quando ele abraça meu pai que ele quer chorar.


Há algum tempo Rafa não me faz elogios. Desde que nos conhecemos ele sempre me achou muita areia para o caminhãozinho dele. Sempre me disse o quanto eu era linda (e desde então ele só me chama de Linda, Cynthia só quando ele está bravo), sempre. Ultimamente eu vivia dizendo que ele não me elogiava mais.
Eu estava alí, ele pegou na minha mão, a mão dele estava muito gelada, agora ele deveria cobrir o meu rosto com o véu (cerimônia judaica), antes de fazer isso ele tranquiliza meu coração: "Meu amor, você está linda!" Ficar tanto tempo sem ouvir isso valeu a pena, pois naquele momento teve muito mais significado. Eu disse: "Eu te amo". Ele me cobriu e andamos até a mesa onde estava o rabino.

Uma pausa. Estou emocionada escrevendo este relato. Eu senti Deus presente alí, meu Jesus amado. Quanto amor meu Deus. Mesmo que não seja eterno, porque diante de tantos seres humanos puros e bons que existem por aí, fui eu abençoada por viver um amor assim?
Todos os convidados amaram o casamento, todos dizem que foi o melhor casamento que foram. Mas o que me marcou foi que todos amaram a cerimônia. Não se ouvia um pio, as pessoas prestaram atenção, pois foi uma cerimônia linda. E todos me disseram: "Dava para sentir no ar o amor de um pelo outro"!!!
Voltando.
Começa a cerimônia. Seguro o buquê firme (ninguém lembrou de pegá-lo), porque minha mão insiste em tremer. Aperto muito a mão do Rafa.
O rabino, um pessoa abençoada, começa a falar.
O lugar onde casei é um campo de Golf. Então é afastado. Por isso o acesso é meio difícil. E por isso eles colocam várias luminárias com fogo para iluminar o caminho e guiar os convidados. É lindo.
A primeira coisa que o rabino diz, ao iniciar a cerimônia: "Eu estava hoje, a caminho daqui, e não sei se foi coincidência ou não, mas contei 18 luminárias de fogo. O fogo para os judeus simboliza a vida e o amor, a chama que nunca se apaga, que vive e se alimenta do ar. Não precisa de alimento físico, de combustível. Ela queima, para sempre. E é assim que será o amor de vocês, uma chama que jamais se apagará.
Meu nariz não para de escorrer. Eu tenho coriza, de um lado só, um saco, ás vezes no meio de um reunião ele começa. É só aguinha, mas enche o saco. E passo a cerimônia dando fungadinhas e tentando limpar (lembrem-se que estou com o véu). No meio da cerimônia dou uma fungadona tão alta que penso que todos ouviram (dizem que não).
E ele começa a falar uma coisa mais linda que a outra. Estamos apaixonados. Deus está alí. Jesus, obrigada por participar. Eu Te sentí alí, do meu lado. Feliz pela nova fase da minha vida, feliz por eu ter encontrado a metade que Você destinou a mim. Eu senti Sua benção, senti todo o poder dos Seus milagres, e por um instante, passei a crer muito mais em Ti, e agradecer o dia que Te encontrei.
A cerimônia continua. Já nem lembro o que o rabino fala. Ele lê um texto, lindo, não lembro, mas todo mundo disse que é lindo! Hehehhehe, não vejo a hora de ver o DVD.
Trocamos as alianças. Ele fala sobre as responsabilidades do marido judeu, honrar e proteger sua família, amar acima de todas as coisas, preservar o seio familiar. Começo a me emocionar. Meus olhos se enchem de lágrimas. Rafa também.


E assim continua. Chega o final, a quebra do copo. Rafa nervoso, medo de não pisar direito. Sai tudo direitinho. Abacou. Começam as músicas alegres, nos beijamos pela primeira vez, nos viramos para os convidados, os pais e padrinhos vem um por um parabenizarnos e se despedir para irem saindo antes de nós. Quando Ju, minha amiga e madrinha me abraça, choro, não aguento. Dane-se a maquiagem.

Agora vamos sair! As pessoas começam a fazer bolinha de sabão e jogar o arroz em forma de coração que trouxe de NY. Nós começamos a dar risada, porque dói muito, o pessoal joga direto na gente e com força. Que dor, que medo de entrar no olho. Todo mundo dá risada. Acabou. UFA.



Faltam poucos protocolos agora. Vamos para o salão, paramos do lado da mesa de doces, vejo os convidados entrando enquanto tiramos fotos. Finalmente começamos a suar, e muito. Acho que o nervosismo não te deixa suar. Começa a batelada de fotos.
Eu e Rafa ficamos livres dos padrinhos e pais, agora as fotos são somente nossas. Finalmente começamos a conversar, sobre o antes, durante e depois. "Você viu como eu estava Nervosa? Você viu como minha mão estva gelada? Você viu que estou com a correntinha? Olha a decoração que maravilhoso! Depois de 8 meses sem chocolate, promessa para não chover no dia, graça alcançada, a primeira coisa que fiz foi comer um bombom!


E a festa rolando lá, pessoal começando a beber e comer. As fotos demoram uma meia hora (eu acho, perdi a noção total de tempo). Hora de entrarmos no salão. Mando o cerimonialista soltar a música (mandona claro!), aquela música que escutamos a primeira vez em 2004 e dissemos que seria a música que entraríamos no salão. Aquela que toda vez que ouvíamos ficávamos arrepiados. Aquela que tocou alto. Que todos pararam para nos receber. Fomos passando e vendo rostos novos, todos sorrindo. Caminhamos até a pista.



Alguém alí nos entregou taças de champagne. Os padrinhos e pais a postos alí. Nós dois brindamos sozinhos! Eu nem quis saber, virei a taça com tudo! E acabei com o champagne. Nisso os padrinhos e pais se aproximaram, e eu fiquei desesperada por outra taça, não queria brindar com todos com a taça vazia. Trocaram minha taça. Brindamos.



Começa nossa música. Dançamos olhando nos olhos e cantando aquela que diz tudo sobre nós: Have I told lately that I love you? have I told you there is no one else above you?.........


Os pais e padrinhos se juntam. Acaba a música. Começa nosso filminho. Tão emocionante. Fui eu quem fez, então conhecia os segundos, sabia o que vinha em seguida. Mas assistia como se fosse a primeira vez, como assisto todos os dias (apesar de você reclamar todo dia desses 7 minutos que faço você ver também). Acaba o filme, vejo o cerimonialista com as cadeiras, e começa a dança das cadeiras. Sento e olho para você. Estou com medo. Me levantam, faço caretas, estou morrendo de medo. Eles inclinam a cadeira, eu escorrego. Sem problemas, vamos subir denovo. Nos beijamos lá no alto. Descemos. Estão tocando partes pequenas de várias músicas judaicas. E começa a dança judaica. Várias rodas de pessoas, cada uma girando para um lado diferente, parecia carnaval, todos animados e rindo. Quanta alegria.




A música se encerra. Olho para você e digo. Acabou meu amor, acabaram os protocolos, agora é só curtir. E começamos a curtir a festa, sem se preocupar a cada segundo com ela, se está tudo certo, falar com o DJ o tempo todo (pára de tocar TECNO senão te demito, quero AXÉEEEEEEEEEEE!!!), e beber muito chopp. Pode até parecer cafona para vocês, mas foi chiquérrimo o lance do chopp no casório. Em Ribeirão Preto existe uma chopperia chamada Pinguim, famosa no Brasil inteiro pela qualidade do chopp, é uma chopperia de luxo, preços caros, até o pessoal de RP não vai com muita frequência por isso, já que como ficaram famosos, se tornaram passeio turístico e salgaram o preço. Eu os contratei, eles montaram uma estrutura semelhante à da choperia e foi um sucesso. Todo mundo só queria tomar chopp! Até eu, que odeio cerveja. É que o chopp é bão mesmo, levinho, gelado, uma delícia. Em quase todas as fotos saí com um copo na mão, parecia pingaiada! Quem vê as fotos, acha que o casamento foi cafona, com chopp, mas se vocês soubessem o quanto custou este Pinguim!!! O sucesso foi tanto, que das 3 caixas de whisky que comprei, só foram meia caixa, estou cheia de whisky!!!!



Uma novidade que fizemos foi o buquê do noivo. Foi muito engraçado. O Rafa jogou uma caixa de couro da Johnnie Walker, com 4 garrafas do que há em whisky (Black, Green, Gold e Blue). Foi muito engraçado ver os homens se estapeando para pegar o buquê, ou melhor, a caixa (que foi jogada sem as garrafas para garantir a integridade da mesma!). Eles também pagaram um mico. O que esses homens não fazem pelo álcool.




E aí a festa rolou, acessórios tradicionais, apito, chapéu, óculos, neón, havaiana com nossos nomes em Hebraico. De repente o pessoal começa a ir embora, por volta da 1 da manhã. E só fica o pessoal mais jovem. Dançamos muito, sem parar, não queria sair da pista por nada. Ficava com medo da festa miar, rs. Então ficava lá. Lembro de pedir um prato para a moça garçonete que ficou do meu lado o tempo todo. Ela trouxe medalhão de filé mignon e uma massa com mussarela de búfala, acho. Comi, estava bom. Pensei alí em comer mais, lembrava das coisas deliciosas da degustação, mas eu queria era aproveitar a festa. Hoje ainda penso nas coisas gostosas, escuto os convidados falando desse e daquele prato, que delícia, que sonho, pega a receita, etc... ai se arrependimento matasse. Na hora de ir embora deveria ter feito um pratinho.

Como disse, sou fraca para bebida, e bebi muito, muito mesmo. E estava bem, não passei mal. Tanta adrenalina me deixou em pé, rs. No final comecei a enjoar um pouco, e na hora comecei a tomar coca de gordo, para o açúcar melhorar meu estado. Nada perceptível, fiquem tranquilas! Não ia dar bafão né?

Já chegando no fim da festa, umas músicas meio nada a ver já tocando, o DJ empolgado, 3 casais de padrinhos, minhas grandes amigas e seus respectivos, minha irmã e meus pais. Só nós alí, querendo que aquela festa tão planejada não acabasse nunca. O relógio já marcava 3:30. Não queria que acabasse, não vi passar. Não vi tanta gente, não consegui conversar com ninguém, fui até meio mal educada com algumas outras... e me arrependo até hoje por isso! Mas é tão difícil, todo mundo quer um segundo seu, e são várias pessoas querendo um segundo seu.... fica difícil senão impossível!

Por fim meus pés pedem arrego, vou para o outro salão, onde estão meus pais e os doces. provo somente um, não estou a fim. Nem lembrei de bem casado nesse momento. Ainda bem que sobrou, senão aí sim estaria arrependida. Neste momento os perdigueiros, amigos de verdade, que aguentaram até o fim, se juntam a nós. E sentamos todos, as mulheres todas loucas para tomar café! Os homens para pedir mais whisky! Vamos embora gente??? Não antes de tirar uma foto, a última!



Ah, perái, sobrou muito, muito doce! então vamos lá encaixotar tudo e levar embora!
E por fim, acabou. Foi lindo, melhor que eu esperava. Só fiquei chateada porque umas 40 pessoas que tinham confirmado no dia anterior não apareceram. Isso fez diferença, notava-se umas mesas meio vazias. Cosntruímos o espaço, a quantidade de mesas e a disposição das mesmas considerando estas pessoas. O que custa ser sincero? o que custa provar sua amizade ou o quanto você gosta de uma pessoa? Justifica você sair no dia anterior, encher a cara e dizer que no dia seguinte estava estragado e não pode ir? Ou dizer que perdeu a hora? Ou te mandar uma mensagem 5 minutos antes do casamento começar dizendo que seu vôo foi alterado? O seu vôo das 8 da manhã? Só agora você percebeu que ele foi alterado? Você acha que porque me mandou um presente está tudo certo? Que se dane o presente, não foi por ele que te convidei.
Anyway, hoje sei quem é importante para mim e os que merecem minha amizade e consideração. E aos idiotas que não compareceram (e principalmente os que confirmaram já sabendo que não iam), só tenho a agradecer, pois por uns 2 meses vou comer aquele bem casado maravilhoso.

Foi um sonho! Realizado! por mim, só por mim. Eu e Rafa sozinhos fizemos uma festa inesquecível, impecável. Não precisamos de ajuda de nossos pais, fizemos tudo sozinhos. Com muita dedicação (da minha parte), com muito planejamento (os whiskys já estão comprados desde fevereiro de 2007), com muita gente competente envolvida, e mais do que tudo isso, com muito amor!

Eu aconselho a todos que tem esse sonho para ir em frente. Gastei uma boa grana (boa mesmo!!), mas não me arrependo em nada. Sou jovem, vou trabalhar e fazer esse dinheiro rapidinho novamente, e nunca vou pensar: "Como teria sido?" FOI. FOI MARAVILHOSO. PERFEITO. INTENSO. NUM PISCAR DE OLHOS.
Durante a lua de mel o jornal mais importante de RP nos contatou. Os boatos sobre a cerimônia que emocionou a todos chegou até eles, e eles queriam fazer uma mátéria sobre o casamento. Claro que autorizamos, esperávamos uma matéria pequena, uma fotinha apenas. E saiu tudo isso aí embaixo! Que coisa de louco! hehehehe

Bom, volto com mais depois com os capítulos sobre a lua de mel.
Beijos
PS: levei 2 horas para escrever este post, então por favor leiam ele inteirinho e comentem! heheheh, imaginem o quanto vai demorar o da lua de mel!

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Back to reality!!

Estou devolta, como é bom chegar em casa.

Agora é colocar tudo em ordem. Hoje passei o dia desfazendo as malas, lavando roupa (haja varal), colocando a vida nos eixos. Agora volta tudo ao normal, voltar ao regime (só amanhã vai), supermercado, arrumar a casa, etc.

Só retorno ao trabalho na segunda-feira, então terei quinta e sexta para descansar.

Nestes dois dias pretendo trocar os presentes (não sei nem por onde começar, só sei que não se anda mais no meu pequeno apê) e para fazer os prometidos posts do casamento e da lua de mel.

Prometo que vou fazer, só que vou começar amanhã, agora vou dormir que estou esgotada. MAs antes vou comer um bem casado, que congelei e fiquei a viagem toda pensando nele! Esse bem casado do casório é o máximo, até gente que não gosta de doce e muito menos de bem casado veio me dizer que amou. Até Rafa gostou (ele detesta doce). Então vocês acham que a formigona aqui não ia devorar unzinho?

Olha, tentei colocar aqui o filminho do casório mas não consegui. O blogger, youtube e googlevideo acham que tem conteúdo do qual eu não tenho direitos autoriais. Acho que eles estão falando das músicas. Se eu paguei pela música eu não tenho direito de divulgá-la aqui? Quanta bobeira! Assim que eu conseguir um jeito eu coloco!

Beijocas

domingo, 7 de setembro de 2008

Dando notícias...

Queridos, estou em Londres, minha lua de mel chega ao fim hoje.

Amanhã e terça estarei trabalhando por aqui em uma conferência. Volto para o Brasil na terça a noite chegando quarta de manhã.
Estamos esgotados, muito queimados (bem morenos!) e bem gordinhos.

Não teve jeito, acabamos engordando. Eu engordei bastante, talvez tudo que tinha emagrecido, mas juro que não foi descontrole, e sim consequência de qualquer viagem de férias.

Mas isso eu mando embora fácil fácil assim que a rotina voltar!
Estou ansiosa para voltar para casa.

Escrevi na agenda todos os relatos dos demais dias, e vou colocar com calma aqui. Optei por desligar completamente da net durante a viagem, quando saímos de Jerusalém (claro que fui forçada pelo maridão).

Só posso dizer que sou abençoada, pelo marido que tenho, pelo trabalho, pela família e pelos amigos.

Aguardem os detalhes da viagem e também as fotos, muitas fotos!
Por enquanto fiquem com duas para matar a curiosidade!
Beijos